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Poesia y prosa de los dermatólogos

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En conocimiento que entre los dermatólogos latinoamericanos existe un importante grupo aficionado a escribir relatos y poemas, hemos abierto esta ventana a fin que ella sirva como expresión de nuestras musas.

Invitamos a acompañarnos

Antonio Gómez, Antonio Guzmán, Martha Miniño, Luis Moncayo, Jaime Piquero-Martín, Eduardo Poletti, Antonio Rondón Lugo

 

Que la prosa y los versos producidos por los dermatólogos latinoamericanos una nuestra piel.

Luis Moncayo

Quito Ecuador

Totalmente dispuesto a retomar nuestro

imberbe sendero poético, dilectos amigos.

Con la renovada idea de encumbrar esa versatilidad

y el  infinito polimorfismo latino,

 Muy fraternalmente,

Eduardo David Poletti

Aguascalientes, México

Nuestra poesía y su piel

Por el trato de Piquero,
con el gran vate Moncayo,
nace un nuevo cancionero,
e incursiona un nuevo gallo.

No solo es mi día a día,
en las páginas de Piel,
entrarle a la Estomatologia,
si de Piquero es la ley.
 
Bienvenida la sección,
donde escribirán los vates.
Digo sin indiscreción:
"son todos unos orates".
 
De músico, poeta y loco,
todos tenemos un poco.
Con orgullo y sin sofoco,
mi poemario lo coloco.
 
Al lado del gran Rondón,
y del amigo Calero,
haremos esa sección,
con amigos que yo quiero.
 
Adolfo, el de Montería,
Gilberto, el muy mexicano,
en esta lisonjería,
todos pondremos la mano.
 
Con la Martitha Miniño,
y con el carnal Eduardo,
crearemos con gran cariño,
y con el debido recaudo,
 
La nueva sección de Piel
la de prosa y del poemario.
Que nos la cordine aquel,
Don Luis, el depositario
 
Viva la prosa perfecta,
que no muera la poesía,
y si es de manera correcta,
que perdure la alegría.
 
Saludos

Dr. Antonio Guzmán
Asunción – Paraguay

POETAS Y CUENTEROS

RECIBI UNA NOTICIA

CON EFECTO PLACENTERO

NACERA UNA SOCIEDAD

DE POETAS Y CUENTEROS

SE DEBE DECIR QUE SI

DENTRO DE LA DERMATOLOGIA

PARA ALGO QUE NO ES COMUN

NI SE LEE DIA A DIA

DEBEMOS ESTAR CONTENTOS

LOS QUE PENSAMOS IGUAL

SALIENDO DE ESTA ORTODOXIA

QUE ALGUN DIA NOS VA A MATAR

FELICITO A MIS HERMANOS

MAESTROS DEL MUNDO PIEL

QUE ME ENSENAN CADA DIA,

QUE PARA ROMPER PARADIGMAS

SE DEBE SER SIEMPRE FIEL

AL BUEN CUENTO Y A LA POESIA

MONTERIA, 19 de noviembre de 2007

Dr. Adolfo Gómez Agámez

Montería Colombia 

Acerca de PIEL-L

Mesa de redacción de Piel Latinoamericana. Donde recibimos casos, aportes e información de interés para la comunidad latinoamericana dermatólogica

10 comentarios

  1. Excelente idea a la cual doy toda la acogida y bienvenida, de colocar una seccion de prosa y poesia latinoamericana. Feliz de compartir con los colegas a quien no conozco y con mis queridos amigos Antonio Guzman y Adofo Gómez. Bienvenidos todos.(Si Antonio , todos somos unos orates, gracias a dios)
    Raquel Ramos
    Valencia
    Venezuela

  2. Encontrei uma antiga prosa…temo que o tamanho venha a incomodar…mas antes que me arrependa de teclar o ENTER, ai vai:

    INSPIRACAO
    george barros leal jr
    1981…

    Não sai nada. Nenhuma ideia, será possivel??
    Deito-me na cama, pego a caneta e o bloco e vou riscando. Não gosto, acho
    vago…”Não sai nada…”
    Coço o nariz. Um carro passa e a zoada me lembra que é noite de sábado.
    Noite de sábado e eu em casa. Tem desses dias que a gente não sente vontade
    de sair. Talvez seja um taxi levando algum assaltante no seu interior –
    consolo-me, ao mesmo tempo em que reprovo o mau pensamento. Então,
    arrependo-me, prefiro que seja mesmo alguem indo com a namorada para alguma
    festa. È melhor lastimar a festa perdida do que algum pobre motorista ser
    assaltado…
    Outros carros passam. Novos rabiscos, rabisco. Penso em riscar tudo
    e escrever sobre o motorista que tornou-se amigo do ladrão. Não,
    censuro-me, é plágio. Lembro ter o Chico Anisio escrito algo parecido.
    Pego um livro, escrevo meu nome numa página em branco, passo mais
    algumas folhas, mas não consigo ler nem as duas primeiras linhas.
    E bem que podia estar tomando um uisquezinho agorta ou batendo um papo.
    Mas olho o pijama e vejo que estou só, com uma caneta na mão, deslizando a
    ponta sobre este velho bloco…
    Faço uma ligeira pausa e releio o que escrevi. Dá vontade de apagar
    tudo. Mas que coisa, será que não vem qualquer ideia?
    Olho pelas gretas da janela e lá fora há uma lua retalhada, grande,
    brechado-me através das frestas. Talvez a lua me salve, ofertando a
    desejada inspiração. Mas a lua fecha-se para mim…é dos namorados, dos
    curtidores da noite, e não para um cara de pijamas sem conseguir dormir, à
    cata de alguma idéia.
    Desisto da lua. Carros continuam passando pela noite escura das ruas mal
    iluminadas. A lua é dos namorados, a falta de lâmpadas é dos ladrões. Entre
    um e outro cricrilar de um grilo lá fora ouço o apito de um vigia noturno.
    O ladrão confunde-se com as sombras e desaparece como por encanto. O vigia,
    visualizo de olhos fechados, continua sua ronda suicida, andando em direção
    ao banquinho encostado no muro. Ele não pode dormir e cochila. Eu quero
    dormir e não posso. Apago a luz por um minuto, rolo na cama mas o sábado
    não me deixa dormir. É nosso trato semanal. Infelizmente não saí hoje, mas
    o sábado é inflexivel. “Voce não dorme… nunca dorme”.
    Acendo a luz e tento escrever de novo. Continuo o que havia começado ,
    sem rumo, desorientado, num vagar sem limites nem precedentes. Fatos. Que
    coisa! Vai ser um sacrificio só em ler tudo de novo, amanhã , quem sabe.
    Agora paro de uma vez. Resolvo: vou colocar o bloco e a caneta de lado.
    Ponto final —-> .

    (Dormi pelo menos umas oito horas)

    O sol a brilhar invade o quarto, acordando-me bem disposto. Desperto e
    vejo este mesmo bloco de lado. Relembro a noite anterior, a madrugada de
    domingo, em casa, tentando escrever por entre carros e vigias, sedento de
    alguma ideia que valesse a pena. Esta não veio, mas vejo que mesmo assim
    escrevi. Releio. Engraçado, a falta de insipiração é sempre a tônica. É o
    próprio tema. Sem inspiração não se escreve. Mas não é que escrevi 48
    linhas ainda que na ausêrncia desta dificil personalidade?
    Sorrio cá comigo. Vou deixar assim mesmo, como lêem. Sem pé nem cabeça,
    sem inspiração sequer. Ou será que a falta de inspiração em si ja não é a
    própria inspiração???


    saludos a todos!
    un gran abrazo,
    george

  3. George querido amigo
    Los relatos del diario quehacer representan una línea compleja ya que pueden convertirse en meras agendas sin sentido. Pero tu relato es un interesante propuesta de como debe hacerse en forma magistral. Felicitaciones.
    Estas incluído desde ya en nuestra sociedad
    Un abrazo
    Jaime

  4. Hola george, qué bueno que aplicaste el enter. Dejas, para mi regocijo, la expresión de que todos podemos identificarnos en ideas comunes, en experiencias comunes, y cada uno darle forma de la manera que quiera. Revelas una profundidad de sentimiento y pensamiento, que enriquece la vida, aunque a veces la hace un poco más sufrida. Pero en la intensidad está el secreto amigo. Gracias por atreverte, gracias por compartir, gracias porque asi podemos identificarnos con los que andamos por senderos similares.
    Un beso, esperando pronto otro envío tuyo.
    Raquel

  5. Queridos amigos Raquel e Jairo,
    fico muito feliz que tenham apreciado esta humilde colaboracao. Limitada no feitio, mas vem de dentro do coracao, o que ja lhe confere algum valor! Fiquei em duvida se o jeito de participar era este mesmo, mandando diretamente, como faco agora, ou devo enviar para Editores, alguma proxima colaboracao?
    um grande abraco,
    george

  6. URBE DE TERCEIRO MILENIO…

    A semana me devora….
    devora meu salario, meus momentos, minhas amizades, meus queridos, minha
    alma…
    O fim do mes que nao chega, ja nos primeiros dias do que segue…Nao se
    antecipa com sua planilha, ja do proximo que vem….

    O cheque, especial…e o comercial que endivida os meus que me endividam…
    bem que o John Lennon tinha razao – a baba’ desliga a TV do Sean na hora
    certa…
    Sera’ que o PC do Sean e’ o primeiro da big apple?
    Sera’ que a baba desligou mesmo a TV e foi ao parquinho enquanto o compositor
    compunha um pao??
    O condominio nao baixa…
    o elevador nao sobe, eu nao desco de mim…
    O sal nao salga, e’ meio sal no inteiro….
    estou cadastrado, virei uma digital que nao abre o portao, a iris que foi
    vencida pelo cilio que piscou na hora…
    Fiquei do lado de fora, meus inimigos subnutridos no cerebro e no coracao, do
    lado de dentro.
    O imposto pago nao me garante. A meia reza sincera nao proferida no domingo
    que nao me levou a missa adia minha sina…
    Vou pensando…
    enquanto a buzina estridente e nervosa e o freio metalico angustiante que se
    avizinham movem a mola da urbe….
    george b.leal jr
    jan/24/2007

  7. BRAVO GEORGE!!!!!!. Si ayer alegraste mi noche, hoy alegras mi mañana. Viste que Sao paolo no hace diferencias en el corazón más que caracas, valencia, manizales, u otra ciudad del mundo?. Quien te escribio antes fue nuestro editor Jaime Piquero, pero jairo Mesa, quien es nuestro colaborador genial, estará feliz de tus aportes.
    Esa semana que se agota, y no nos alcanza para compartir con amigos, con nuestras pasiones, ese cheque que no alcanza a fin de mes, es igual. Me recuerdauna canción de ese genio que es Joaquin Sabina, con su canción CONTIGO:

    Contigo
    Por Sabina el 05 de Noviembre de 2005 en Letras

    Yo no quiero un amor civilizado,
    con recibos y escena del sofá;
    yo no quiero que viajes al pasado
    y vuelvas del mercado
    con ganas de llorar.

    Yo no quiero vecínas con pucheros;
    yo no quiero sembrar ni compartir;
    yo no quiero catorce de febrero
    ni cumpleaños feliz.

    Yo no quiero cargar con tus maletas;
    yo no quiero que elijas mi champú;
    yo no quiero mudarme de planeta,
    cortarme la coleta,
    brindar a tu salud.

    Yo no quiero domingos por la tarde;
    yo no quiero columpio en el jardin;
    lo que yo quiero, corazón cobarde,
    es que mueras por mí.

    Y morirme contigo si te matas
    y matarme contigo si te mueres
    porque el amor cuando no muere mata
    porque amores que matan nunca mueren.

    Yo no quiero juntar para mañana,
    no me pidas llegar a fin de mes;
    yo no quiero comerme una manzana
    dos veces por semana
    sin ganas de comer.

    Yo no quiero calor de invernadero;
    yo no quiero besar tu cicatriz;
    yo no quiero París con aguacero
    ni Venecia sin tí.

    No me esperes a las doce en el juzgado;
    no me digas “volvamos a empezar”;
    yo no quiero ni libre ni ocupado,
    ni carne ni pecado,
    ni orgullo ni piedad.

    Yo no quiero saber por qué lo hiciste;
    yo no quiero contigo ni sin ti;
    lo que yo quiero, muchacha de ojos tristes,
    es que mueras por mí.

    Y morirme contigo si te matas
    y matarme contigo si te mueres
    porque el amor cuando no muere mata
    porque amores que matan nunca mueren.

    Título: Contigo
    Año: 1998
    Letra: Joaquín Sabina
    Música: Joaquín Sabina
    Disco: Yo, mi, me, contigo (1996)

    Un besote, y feliz dia. Raquel

  8. Ooops, Raquel e Jai(ro/me)! mil perdoes, na hora de escrever Jaime para Piel L, ao mesmo tempo respondia ao Jairo e me confundi! grato pela correcao!
    E que forca, nestas palavras de Joaquin Sabina! que pacto, belissimas estrofes!
    um grande abraco,
    george

  9. NOITE:
    noite…
    noite que adentra…
    noite que me acalenta…
    noite que me arrebenta…
    me arrebata…
    arremete…
    se cala….

    george barros leal jr
    fortaleza/ brasil
    escrito em alguma noite perdida, deste 2007 que se vai..

  10. Los felicito a todos por esta nueva y extraordinaria ventana de Poesia y Prosa que sin lugar a dudas nos alegrará el espíritu en cada edición.

    Siempre los admiro y leo
    con cariño y humildad
    y a todos yo les deseo
    una FELIZ NAVIDAD

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